Não tenha medo de ser feliz amando. Felicidade não mata – Por Flávio Gikovate

Vezes ou outras, aproveitamos para trazer para o contexto deste blog textos de outros pensadores brasileiros, que são tão igualmente interessantes aos que acompanham as obras do Professor Mario Sergio Cortella. Hoje trazemos um curto texto do querido sexólogo Flávio Gikovate, alguém que hoje nos faz falta em sua grande sabedoria e importantes conselhos sobre as relações humanas no âmbito do amor.

Breve reflexão sobre o medo de amar por Flávio Gikovate

Uma pessoa romântica e dedicada que se ligar a outra que gosta mesmo é de receber cuidados e atenções estará vivendo uma relação unilateral. O relacionamento do que ama com o que se deixa amar se dá na realidade, mas não tem consistência porque falta o principal: a reciprocidade!

Muitos dos que amam sem ser amados acreditam que, com o tempo, irão reverter a situação: não percebem que têm é medo de um elo mais intenso. O amor em que um ama e outro é amado, ainda que na realidade, é de intensidade menor do que o elo virtual em que o envolvimento é bilateral.

Penso que a principal característica do amor maduro consiste na reciprocidade; quando ambos amam e são amados existe um prazer indescritível. Nos casos de amor correspondido, tanto pela via virtual como na realidade, surge um medo inesperado: de se diluir no outro; e da felicidade!

O medo do amor só não impedirá a realização sentimental nos que estiverem cientes de sua existência e e apostarem que a felicidade não mata!

Texto de Flávio Gikovate

Comments

    cristiane de oliveira

    (21 de fevereiro de 2017 - 12:00)

    Simplesmente perfeito!!!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *